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Diretor Clínico: Dr. Raul Eid Nakano - CRM 46.514

Depoimentos

Nesta página você poderá conhecer alguns depoimentos interessantes, clique sobre os números para ler os depoimentos.

[+] Mãe na Menopausa

Algumas mulheres carregam a vontade de ser mães desde cedo. Outras, descobrem mais tarde. Sem contar com os fatores que determinam essa verdade, a hora de gerar um filho chega àquelas que fazem a opção. Não importa a idade. Foi o caso de Leila (nome fictício), que resolveu ser mãe aos 42 anos. Mas, a filha só veio sete anos mais tarde, depois de muito tratamento, sacrifício e força de vontade.

Eu havia tentado afertilização in vitro três vezes antes de encontrar a Ferticlin, onde ocorreram mais três tentativas. Acontece que nesse período, foram descobertos dois miomas em meu útero e eu tive de sofrer uma cirurgia. Depois de um tempo, reiniciei o tratamento e aceitei a condição de ser receptora de óvulo. Então, na quarta tentativa de FIV, engravidei”, conta Leila, relembrando a trajetória de persistência para ter a filha.

Persistência em todos os sentidos.

Venci a insegurança que tinha em relação à doadora do óvulo, que eu não conheci. A vontade de ter um filho superava qualquer medo que eu pudesse ter. Com isso, me tranquilizei e gerei um bebê na idade da menopausa”, diz.

Esse não foi o único obstáculo superado. Vivendo numa cidade do interior, Leila viajava, três vezes por semana, mais de 300 Km de ônibus para chegar a São Paulo. “Eram horários terríveis porque eu chegava às quatro horas da manhã na rodoviária e esperava o funcionamento do metrô para poder ir para a clínica. Às vezes eu passava pela igreja São Judas e assistia às primeiras missas do dia. Só então eu caminhava até a Ferticlin para mais um dia de consultas, exames e acompanhamentos”, relata Leila, afirmando que nunca sentiu medo por adotar essa rotina.

Somado a isso tudo, ainda existia a dificuldade financeira – Leila é professora e seu marido, micro empresário. “Não foi fácil. Tive de superar muitas coisas porque eu simplesmente não aceitava a idéia de adotar uma criança, por mais que pudesse ser a única solução…”, confessa entre lágrimas.

A garra de Leila fez nascer sua filha, hoje com um ano e sete meses. “Ela é linda! Eu passaria tudo de novo para ter essa criança”, afirma a professora que, aos 49 anos, teve a vida transformada pela conquista do objetivo tão fervorosamente almejado.

Que sirva de exemplo para tantas outras mulheres que ficam na dúvida em relação à idade, dificuldades, métodos. Afinal, o fim justifica os meios.


[+] Queremos Bis !!!

Esperamos que esse exemplo possa acabar com o medo que alguns casais ainda têm em tentar um método de fertilização.

Afinal, Ter um filho é uma experiência única, mas pode se repetir. É o caso relatado abaixo.

“Essa menina é diferente de tudo que já vi. Acho que ser bebê de proveta é melhor do que o normal”. Essa frase do engenheiro Luiz Lasas, executivo de uma multinacional, a respeito da filha Júlia, de dois anos, pode resumir o motivo da segunda gravidez, através do mesmo método de fertilização in vitro.

A vivência pela qual passou o casal Roseli e Luiz para Ter um filho tão aprovada que estão curtindo o sétimo mês da segunda e última gestação. Mas, o caminho para a realização desse sonho não foi tão “cor-de-rosa”: Os médicos não nos davam alternativas, simplesmente mandavam adotar uma criança. Depois do desgaste de passar por muitos profissionais chegamos, através do convênio médico, à Ferticlin”, conta Luiz.

Exames, pesquisas e ansiedades até venceram o medo que tinham da idéia de bebê de proveta . Conceberam Júlia. “Deu certo na primeira tentativa. Se eu soubesse, teria feito isso antes. Optaria pelo bebê de proveta logo na primeira vez”, diz Roseli.

No entanto, ambos alertam que para a concretização do objetivo é fundamental encontrar clínica e profissional confiáveis. “Há muita ansiedade envolvida, mas é preciso saber levar de uma maneira saudável e o Dr. Raul ajudou-nos muito nisso”, confessa a paciente.

O resultado é o aumento da família que, mesmo morando em Guaratinguetá, não exitou em ir direto à Ferticlin, pela segunda vez.

Opiniões

O primeiro bebê de proveta fez 20 anos e ainda é visto como uma experiência e não uma pessoa. O que esquecem, aqueles que podem ter filhos de maneira natural, é que o amor dedicado para gerar um ser é o mesmo, não importando o método” – Luiz Lasas.

Vamos contar aos nossos filhos como foram gerados e sobre as dificuldades pelas quais passamos para tê-los, afinal, experimentamos vários métodos de concepção antes de acertarmos” – Roseli Lasas.

“Ainda bem que a medicina se aprimora a cada dia. O esforço para ter filhos vale muito a pena” – ambos.


[+] Um é pouco. Dois é bom.Três, Quatro é Bom Demais

Toda mulher tem o desejo de ser mãe, mas, nem sempre a natureza ajuda. É aí que entra a tecnologia em favor da materialização de uma esperança.

Rosana e Luiz Carlos formavam um casal comum. Unidos há cinco anos, a vontade de aumentar a família era natural, mas alguns probleminhas fizeram com que ambos procurassem a Ferticlin. O resultado? Quatro bebês lindos e saudáveis: Fernando, Guilherme, Gabriela e Alexandre. O sonho realizou-se em dose quádrupla e hoje, não são um casal mais tão comum assim.

É claro que quando soube que teria quatro de uma vez fiquei extremamente preocupada. Afinal, não é tarefa muito fácil nos dias de hoje”, conta a mãe que abre um largo sorriso ao olhar as crianças. O pai recebeu a notícia pelo telefone: “Esperávamos mais de um bebê, mas quatro! Foi uma surpresa e tanto”, afirma Luiz Carlos com Gabriela nos braços.

A rotina da casa, (se é que pode-se falar em rotina!) foi completamente modificada: os cômodos têm cara de berçário: remédios, carrinhos de bebê, bichinhos na parede e fraldas, muitas fraldas. “No momento, encontrar uma casa maior tem sido nossa principal meta”, assegura o pai. O aumento significativo da família ainda conta com a mãe de Luiz Carlos, que mudou-se para a casa do casal para ajudá-los com os bebês, e uma babá, Fátima, também encarregada da tarefa.

No entanto, quando algum ponto da conversa envolve o lado financeiro, o casal de publicitários não esconde a preocupação: “Nossa família nos ajuda muito, mas os gastos com leite e fraldas são enormes. Estamos tentando um auxílio junto às empresa como a Nestlé, Johnson& Johnson, mas está muito difícil conseguir alguma coisa”, revela Rosana.

A nova mamãe já pensa em voltar ao trabalho: “Preciso ajudar no orçamento e além disso, sei que vai me fazer bem”, afirma sob a revelação de que não amamenta os bebês no peito, devido à quantidade de medicamento que sempre tomou por causa de alergias.

Os quadrigêmeos

Em oito de fevereiro, o primeiro a nascer no Hospital Santa Joana, em São Paulo, foi fernando, com 2,120Kg; em seguida, Guilherme, 2,620Kg; Gabriela, 1,690Kg e Alexandre, 0,540Kg. A cesariana foi realizada pelo diretor clínico da Ferticlin, Dr. Raul Nakano, que cuidou do tratamento de fertilização do casal.

Guilherme é o mais risonho dos quatro, Gabriela, a mais chorona, alexandre, o dorminhoco e Fernando, o mais forte. Não á confusão quanto ao fato de quem é quem, afinal, são bastante diferentes na aparência e , precocemente, na personalidade. A turminha agora está deixando os papais dormirem: as cólicas típicas de recém-nascidos estão menores e a adaptação aos horários de alimentação está sendo melhor incorporada. Nesse ponto, a organização é essencial: Rosana anota todas as mamadas dadas por eles (um a um). “A parte mais difícil é à noite, mas já estou conseguindo dormir cinco ou seis horas “, conta a mamãe. “Nesse horário, eu ajudo naquilo que posso. Numa certa noite, eu chequei do trabalho às três e meia da madrugada, abri a porta com cuidado e quando entrei, estava a maior festa: os qquatro chorando, as três mulheres acordadas, enfim, fui dormir às 10 horas da manhã”, relembra o pai.

Os cuidados com os bebês exigem adaptações até mesmo na hora de ir ao pediatra: como não cabe todo mundo num mesmo carro, a família divide-se, com as respectivas ajudantes. “É uma loucura, mas também bastante gratificante”, diz Rosana. Quem tem contato com a família, logo percebe tal afirmação. Um bom exemplo foi notado no momento de tirar as fotos dos bebês para nossa matéria: Rosana arrumou os quatro na cama, sempre com um sorrisão estampado, e passou a mão pelos bebês, como se fosse abraçá-los, dizendo “É tudo meu!!”.

Rosana e Luiz Carlos têm quatro ótimos motivos para orgulharem-se do dia em que procuraram a Ferticlin. “Realizamos um grande sonho e a Ferticlin é responsável por isso. O Dr. Raul é mais que um médico, é um amigão que ganhamos”, finalizam entre uma mamadeira e outra.

Curiosidades

Rosana engordou menos de 20 quilos durante a gestação dos quadrigêmeos. A barriga pesava oito quilos.

Um pacote de fraldas contém 24 unidades. Os quatro gastam 32 fraldas por dia.

Diariamente, são gastas quase duas latas de leite em pó.

O casal tinha uma lista de nomes preferidos, mas no momento de registrá-los Luiz Carlos foi o responsável por dicidir quem seria quem.

São necessários dois automovéis para a família sair de casa.


[+] Pai de novo, mesmo com vasectomia

Há algum tempo, a opção de se submeter a um procedimento médico para não mais ter filhos ficava freqüentemente com a mulher. Os homens, aos poucos, foram perdendo o receio e a Vasectomia ganhou adeptos. No depoimento desta edição, um exemplo com dois finais felizes: as gêmeas Thaís e Thamiris.

Ivo Gozer, um agente de segurança de 37 anos, casou-se pela segunda vez. Pai de dois filhos e avô de uma menina. Sua atual esposa, Denise, sabia que ele havia feito vasectomia há mais de cinco anos e por isso não poderia Ter mais filhos. Mas como era de se esperar, a nova vida sentimental trouxe de volta a vontade de criar uma nova família, mesmo porque Denise carregava, como a maioria das mulheres, o desejo de ser mãe. “Queriamos ter filhos e por isso fomos atrás de especialistas, nos informamos, enfim, fizemos de tudo. Eu perguntava sobre um médico, sobre outro até que conheci a Ferticlin, onde sentimos que o nosso desejo ia se realizar”, dizia Denise enquanto embalava Thaís, que acordava aos prantos.

“Passei por várias clínicas que me disseram que a reversão da cirurgia seria difícil. O Dr. Raul logo me apresentou outros métodos, indicando a punção de epidídimo, o mais conveniente no nosso caso. É claro que havia o receio de não dar certo, mas a esperança era muito grande e por sorte só foi preciso uma única vez”, conta Ivo, lembrando que o sucesso de Pelé. Possivelmente em igual condição, foi um grande incentivo a ele. Não é difícil adivinhar o motivo que impulsiona um homem a tomar uma decisão dessa. O amor, sim sempre ele. Por causa dele as clínicas estão recebendo, mais freqüentemente, homens que passaram por uma vasectomia e querem, de alguma forma, reverter a condição. E não existe mistério ou medo que seja maior que o profissionalismo de um médico que conhece o assunto. Aliás, a escolha do profissional é o conselho número um de Ivo para aqueles que estão na dúvida em relação a questão: “Procure um médico que lhe transmita segurança e vá em frente, sempre acreditando que vai dar certo”. O resultado vale a pena. Eu faria tudo de novo e quem sabe mais pra frente ainda o faça (sorri, procurando os olhos da esposa). Não existe sacrifício diante de duas filhas lindas”, alega o pai coruja.

Quem experimenta a felicidade de uma família como a de Ivo e Denise, experimenta uma injeção de ânimo. Pudessem os que estão na dúvida compartilha disso. Com certeza, as interrogações se transformariam em rostinhos sorridentes a balbuciar as primeiras palavras de uma nova vida.


[+] Solução eficiente a baixo custo

Uma paciente com baixa resposta a indução de ovulação clássica, com várias ampolas de Gonadotrofinas, optou por outro método de baixo custo utilizando apenas medicação via oral para indução de ovulação com sucesso de gravidez.

A Sra. A.L.P., de 36 anos, descobriu que deveria procurar um especialista em fertilização e inseminação artificial. Isso aconteceu porque ela apresentava endometriose num grau elevado, que comprometeu seu aparelho reprodutor. Por indicação de um médico, veio para na FERTICLIN, nas mãos do Dr. Raul Eid Nakano.

Iniciou o tratamento contando com dedicação e apoio total de seu marido. Sentindo-se segura, cheia de esperança e ansiosa por ser mãe, A.L.P. revela que a dedicação do Dr. Raul foi de fundamental importância para o êxito da concretização do projeto mais importante de sua vida: ter um filho. “Além de me explicar todos os motivos que me impossibilitaram engravidar pelas vias naturais, Dr. Raul apresentou soluções e cuidou do caso com muita competência e dedicação”, comenta.

O tratamento evoluiu, e A.L.P. resolveu testar um método diferente do convencional (medicação à base de injeções) para ingestão de comprimidos. “Além de ter se mostrado eficiente, o custo do tratamento é incomparavelmente inferior ao das injeções e surte resultado positivo, tanto que engravidei com esse método e estou curtindo o meu filhinho que já completou 1 aninho”, comenta toda feliz.

Ela está tão radiante com as peripécias de seu bebê que não descarta a possibilidade de ter outro filho. “Como já tenho 36 anos, preciso agilizar uma nova produção. Ser mãe é a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida”, enfatiza.

A.L.P. garante que está preparada para começar a batalha novamente. “Se for preciso, farei todos os procedimentos, e não hesitarei em usar os comprimidos, que além de mais baratos garantem o mesmo efeito, pelo menos no meu caso, isso aconteceu”, conta A.L.P. enquanto contempla seu filho brincando no tapete alegre e serelepe.


[+] Renovação de uma mãe aos 50

“Você conhece a história da águia? Quando ela chega aos 40 anos, ela voa para um lugar bem alto, faz um ninho e fica batendo o bico até ele cair. Nasce então um novo bico, que arranca as garras retorcidas pela idade para que cresçam novas e arranca também a plumagem envelhecida. Com isso, a águia vive mais 30 anos. Ter optado pela maternidade aos 50 anos foi isso para mim: uma reciclagem para ter vida nova”.

Dessa maneira a Sra. G.A.T. iniciou a conversa, e de certa forma resumiu o motivo de ter optado por ter filhos com a idade que tem. “Na verdade, me deu um desespero muito grande ter começado a entrar na menopausa e pensar que nunca mais seria mãe, que é o que eu mais adoro”, confessa a advogada, que atualmente se dedica à “trabalhosa” tarefa de cuidar, de seus dois filhos, com oito meses de idade.

Os meninos chegaram para completar uma família bastante diferente. Sra. G.A.T. tem mais dois filhos: uma com 26 anos e outro, com 22, ambos filhos do primeiro casamento. Sr. M.P.R., o pai dos outros dois meninos, é 20 anos mais jovem que a Sra. G.A.T., fator que atesta pela segunda vez (a primeira foi à maternidade aos 50) que a Sra. G.A.T. é jovial inclusive na personalidade.

Confusões na rua acontecem. “Quando saímos juntos, as pessoas pensam que os dois meninos são meus filhos. Quando digo que são da minha mãe, a reação é sempre de surpresa, comenta Alessandra, a filha mais velha de 26 anos. Mas quem completa é Geni: “Não me incomoda nem um pouco porque se eu ligasse para idade, não estaria casada com um homem 20 anos mais jovem”.

Geni também conta que não se sentia satisfeita em ter sido mãe apenas duas vezes. “Queria mais. Os dois meninos me dão perspectiva de vida. Eu me vejo levando-os para a escola, me vejo andando com eles na rua daqui alguns anos”, fala com o brilho nos olhos de quem simplesmente adora ser mãe.

E foi exatamente essa sua característica que a levou a procurar a Ferticlin. “Graças a Deus deu tudo certo. Jamais vou me esquecer do momento em eu os óvulos fecundados foram colocados dentro de mim, foi arrepiante, um ápice!”

Para as mulheres da mesma idade e indecisas em tomar uma grande atitude como a da Sra. G.A.T., ela diz o seguinte: “Imaginem uma casa com crianças quando vocês tiverem 60 anos! Olhem a diferença de uma casa sem crianças. Ficar esperando os netos? Os netos são dos filhos”.