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Inseminação Artificial (AI)

Inseminação Artificial (AI) é a técnica de reprodução assistida que consiste em colocar os espermatozoides no interior do útero durante o período fértil da mulher.

Inseminação Artificial

conheça o tratamento

O que é a inseminação artificial?

A Inseminação Artificial, também conhecida como Inseminação Intrauterina (IIU), é um tratamento de reprodução assistida que consiste na introdução de espermatozoides previamente preparados em laboratório diretamente no útero da mulher, no período mais fértil do ciclo menstrual. Portanto, seu objetivo é aproximar os espermatozoides do óvulo, aumentando as chances de fecundação.

Mas antes do procedimento, o sêmen passa por um processo de preparo laboratorial que seleciona os espermatozoides com melhor motilidade e qualidade. Realiza-se a inseminação por meio de um cateter fino, de forma rápida e geralmente sem necessidade de anestesia.

Por ser um tratamento menos complexo e menos invasivo do que a Fertilização In Vitro (FIV), a Inseminação Artificial pode ser uma opção para casais ou mulheres que apresentam determinadas causas de infertilidade e atendem aos critérios clínicos para esse tipo de tratamento. Porém a indicação depende de uma avaliação médica individualizada, que considera fatores como a idade da mulher, a reserva ovariana, a qualidade do sêmen e a permeabilidade das trompas uterinas.

indicação

quais as indicações para a inseminação artificial?

A Inseminação Artificial é um tratamento indicado para pacientes que apresentam dificuldades em realizar uma gravidez natural, devido a problemas como:

  • Defeitos endocervicais: Defeitos na parte interna do colo do útero;
  • Muco cervical hostil: Pode ser espesso e pegajoso, ou muitas vezes ácido demais para que os espermatozóides resistam;
  • Distúrbio discreto do sêmen: Infertilidade sem causa aparente ou outras particularidades que impossibilitem a fecundação.

Ainda tem dúvidas sobre qual a indicação da Inseminação Artificial? Neste vídeo, o Dr. Raul Nakano explica os principais critérios utilizados para recomendar o tratamento e esclarece as dúvidas mais comuns dos pacientes.

conheça o processo

Entenda sobre o processo de Inseminação Artificial

Primeiramente é necessário entender que há fatores que podem dificultar a fertilização. Alguns exemplos são: a contagem, motilidade, e morfologia dos espermatozóides que precisam estar próximos dos limites da normalidade. Além disso, as trompas da mulher precisam estar normais também.

Então deposita-se o sêmem capacitado na cavidade uterina no momento da ovulação monitorizada e, usando uma seringa, realiza-se a introdução dos espermatozóides que caminham direto ao encontro com o óvulo.

Todo o processo busca facilitar ao máximo o encontro entre o óvulo e o espermatozoide.

Apesar de todos os avanços tecnológicos, evolução da medicina e diversas técnicas de Inseminação Artificial disponíveis hoje em dia, a fecundação pode não acontecer, pois o espermatozoide pode não conseguir fecundar o óvulo. Geralmente o Índice de sucesso varia de 10% a 25% por ciclo.

Os médicos devem tentar de três a quatro ciclos com a Inseminação Artificial e, caso a gravidez não aconteça, recomenda-se FIV (Fertilização in vitro) ou GIFT (Transferência intratubária de gametas).

Hoje, casais que possuem dificuldade de fertilização, já podem realizar o sonho de tornarem-se pais, e a Inseminação Artificial Intra-Uterina é um dos recursos disponíveis e mais procurados na medicina reprodutiva.

Porém é necessário tratar cada caso de forma bem singular, especificando e tratando os pacientes com o melhor e mais adequado método que corresponda à suas necessidades. Por isso, quanto antes identificar os sintomas de infertilidade, e quanto antes o casal procurar um especialista, maiores as chances de um tratamento bem sucedido. Visite nossa Clínica e faça uma consulta hoje mesmo.

Ficou com alguma dúvida sobre o processo de Inseminação Artificial? Entre em contato! Teremos enorme prazer em ajudá-la(o).

etapas

Quais são as etapas da Inseminação Artificial?

A Inseminação Artificial consiste de diferentes etapas, que começam antes do procedimento e incluem o acompanhamento médico durante todo o ciclo.

01.

Avaliação inicial

O casal ou a paciente passa por uma avaliação clínica para identificar a causa da infertilidade. É nessa fase onde o médico solicita exames hormonais, ultrassonografia, espermograma e avaliação da permeabilidade das trompas.

02.

Estimulação da ovulação

Em muitos casos, utilizam-se medicamentos para realizar a indução da ovulação e estimular o desenvolvimento dos folículos ovarianos e aumentar as chances de liberação de um ou mais óvulos.

03.

Monitoramento folicular

Durante o ciclo, exames de ultrassonografia acompanham o crescimento dos folículos para determinar o momento mais adequado para a ovulação.

04.

Preparo do sêmen

No dia do procedimento, em laboratório, acontece o processamento da amostra seminal, selecionando os espermatozoides com melhor motilidade e qualidade, removendo células e componentes que não contribuem para a fecundação.

05.

Inseminação intrauterina

O médico introduz os espermatozoides preparados diretamente no interior do útero por meio de um cateter fino e flexível.. O procedimento costuma ser rápido, praticamente indolor e não requer anestesia.

06.

Acompanhamento

Após a inseminação, a paciente recebe orientações médicas e aguarda o período recomendado para a realização do teste de gravidez. Por fim, quando necessário durante essa fase, acontece a indicação de suporte hormonal.

Qual a diferença entre Inseminação Artificial e Fertilização In Vitro?

Embora ambos façam parte de tratamentos de reprodução assistida, a Inseminação Artificial e a Fertilização In Vitro (FIV) apresentam diferenças importantes.

Na Inseminação Artificial, a fecundação acontece naturalmente dentro das trompas da mulher. O tratamento consiste em depositar os espermatozoides previamente preparados diretamente no útero, facilitando o encontro com o óvulo durante o período fértil.

No entanto, na Fertilização In Vitro (FIV) a fecundação ocorre em laboratório. Coleta-se os óvulos dos ovários e fertilizados com os espermatozoides em ambiente controlado. Após o desenvolvimento inicial, acontece a transferência de um ou mais embriões para o útero.

De forma geral, os especialistas indicam a Inseminação Artificial para casos específicos de infertilidade, desde que as trompas estejam pérvias e existam condições favoráveis para que a fecundação ocorra naturalmente. Por ser um procedimento menos invasivo, esse tratamento costuma representar uma boa opção nessas situações.

Já os especialistas recomendam a FIV quando há alterações mais complexas, como obstrução das trompas, fator masculino importante, idade materna avançada ou tentativas sem sucesso com tratamentos de menor complexidade.

A escolha entre os tratamentos sempre deve se basear em uma avaliação individualizada realizada pelo especialista em reprodução humana.

Perguntas frequentes sobre Inseminação Artificial

A Inseminação Artificial dói?

Na maioria dos casos, não. O procedimento acontece com a utilização de um cateter fino e costuma provocar apenas um leve desconforto semelhante ao de um exame ginecológico.

Quanto tempo dura o procedimento?

A inseminação propriamente dita leva apenas alguns minutos. Considerando o preparo e o atendimento, a permanência na clínica costuma ser relativamente curta.

É necessário repouso após a inseminação?

Normalmente não. Após um breve período de observação, a paciente pode retornar às atividades habituais, seguindo as orientações da equipe médica.

A Inseminação Artificial aumenta a chance de gravidez gemelar?

Quando há estimulação ovariana, pode ocorrer o desenvolvimento de mais de um folículo, aumentando a possibilidade de gestação múltipla. O risco varia conforme a resposta individual ao tratamento.

Quem fez laqueadura pode realizar Inseminação Artificial?

Em geral, não. Como a fecundação ocorre nas trompas, é necessário que elas estejam pérvias. Em mulheres submetidas à laqueadura, a Fertilização In Vitro costuma ser a alternativa mais indicada.

Quantas tentativas de Inseminação Artificial a paciente pode realizar?

O número de tentativas varia conforme a idade da paciente, a causa da infertilidade e a resposta ao tratamento. Após algumas tentativas sem sucesso, o especialista poderá avaliar a indicação de outras técnicas de reprodução assistida, como a Fertilização In Vitro.

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