Ferticlin in the Media
O congelamento de óvulos é realidade em clínicas do Brasil, e já há bebês gerados a partir dessa técnica
Fabiana Caso - O Estado de S.Paulo SÃO PAULO - O futuro chegou. Hoje, as mulheres contam com um recurso a mais para preservarem sua fertilidade: o congelamento - ou vitrificação - de óvulos. Essa técnica vinha sendo usada há décadas para conservar o sêmen e os embriões, mas apresentava resistência no caso de óvulos. Foi a partir da segunda metade da década de 1990 que começaram a haver avanços também nessa frente. Um recente estudo da Universidade McGill de Montreal, Canadá, publicado na revista Reproductive Biomedicine, constatou que o índice de defeitos de nascença entre crianças geradas a partir de óvulos vitrificados, de 2,5%, é comparável ao que se registra em nascimentos naturais.
O custo médio da vitrificação dos óvulos é semelhante ao da fertilização in vitro. Segundo Dirceu, varia de R$ 12 mil a R$ 20 mil. A taxa para a manutenção dos óvulos vitrificados gira em torno de R$ 500,00 a R$ 1.000,00, e os pagamentos são periódicos, segundo critérios de cada clínica. "É como se fosse um seguro da fertilidade", brinca o presidente da SBRH. O setor de Reprodução Humana do Hospital São Paulo, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realiza tratamentos para infertilidade com custos reduzidos: os pacientes pagam apenas pelos medicamentos - que não são nada baratos. Há dois anos, começaram a aplicar a técnica de vitrificação de óvulos. O coordenador do setor e especialista em reprodução humana, Renato Fraietta, explica que as principais beneficiadas são as pacientes de câncer, que têm prioridade no atendimento e ficam isentas da taxa de manutenção do congelamento. "A quimioterapia pode alterar os ciclos reprodutivos para sempre, mesmo em mulheres jovens que se curam", explica o médico. "Congelando os óvulos, a mulher garante seu potencial fértil e sua independência." RELIGIÃO A técnica também ajuda casais que desejam ter filhos, mas que apresentam problemas de fertilidade - principalmente aqueles com restrições quanto ao congelamento de embriões, por questões religiosas. Nos tratamentos de reprodução assistida, nem sempre a gravidez acontece na primeira tentativa. Antes de haver a possibilidade de se congelar óvulos, o que ocorria era o congelamento de embriões, para garantir a possibilidade de novas tentativas. Com o congelamento de óvulos, pode-se fazer a fertilização in vitro de um ou dois óvulos por vez, sem a necessidade de congelar embriões, ou de inseminar uma série para garantir que algum vingue. "Isso ajuda a reduzir os casos de gravidez múltipla", constata o ginecologista e especialista em reprodução humana, Raul Nakano, que é diretor da Ferticlin, clínica de reprodução onde foi gerado um dos primeiros bebês brasileiros a partir de um óvulo vitrificado. "Também acaba com os problemas filosóficos, éticos e religiosos acerca do congelamento de embriões. Óvulos são apenas células e o seu descarte não causa polêmica." Além de tudo, há questões legais: o embrião congelado pertence ao casal, o que pode gerar problemas em casos de separação. Assim como na fertilização in vitro, a mulher que recorre à técnica do congelamento toma medicamentos para estimular a ovulação por alguns dias. Depois, os óvulos são aspirados a partir de uma punção, realizada com anestesia. "Hoje acreditamos que não há diferença entre um óvulo congelado e um fresco. A qualidade é a mesma", diz Raul. "Outra vantagem é que esta técnica permite a criação de bancos de óvulos, assim como já existem os de sêmen. Há pacientes que concordam em doar óvulos para as mulheres que não os produzem." Como se trata de uma técnica nova, ainda não há estudos sobre quanto tempo os óvulos podem ficar congelados. Mas o diretor da Ferticlin acredita que resistam por décadas. "Aconselhamos guardá-los por até dez anos." Na clínica Huntington, o congelamento de óvulos também é muito usado: estima-se que haja 15 bebês nascidos e cerca de 150 casos de pacientes com óvulos vitrificados. A mais velha que engravidou por esse método tem 38 anos. "A experiência internacional e a da nossa clínica têm mostrado que se trata de uma técnica segura", diz um dos diretores da Huntington, o ginecologista e especialista em reprodução humana Eduardo Motta, que também é co-responsável pelo Serviço de Reprodução Humana do Hospital e Maternidade Santa Joana. "A única ressalva é que não temos ainda informações sobre essas crianças depois dos 5 anos. É algo recente, ainda estamos aprendendo." ADEPTAS DO MÉTODO A coordenadora de pesquisa de mercado Emi Tahara, de 36 anos, é uma das primeiras mães brasileiras de um bebê nascido a partir de um óvulo congelado. Como tantas mulheres hoje, ela postergou a gravidez para se dedicar à carreira. Mas sempre sonhou com a maternidade. Casada há 8 anos, foi aos 34 anos que decidiu que estava na hora de ter o seu bebê. Depois de tentativas frustradas, fez exames e descobriu que tinha endometriose. Começou a se consultar em clínicas de reprodução assistida e viu que, realmente, a chance de uma gravidez natural era remota: além da endometriose, apresentava uma obstrução nas trompas uterinas. Então, aos 35 anos, optou pela fertilização in vitro. Na clínica Ferticlin, ficou sabendo da técnica de vitrificação dos óvulos. "O médico me explicou que eu deveria produzir muitos óvulos para a fertilização in vitro, mas que nem sempre se engravida de primeira." Emi produziu 12 óvulos. Como só precisou usar a metade, decidiu congelar o excedente para possíveis tentativas futuras. "Em primeiro lugar, essa escolha foi por uma questão religiosa. Tinha dilemas quanto a congelar embriões, não saberia o que fazer depois. Acho que depois da fecundação já é uma vida: sou contra o descarte e a doação para estudos científicos", fala. "O doutor Raul falou que se tratava (a vitrificação) de uma técnica nova, mas eu e meu marido concordamos." Realmente, Emi não engravidou na primeira tentativa. E recorreu à reserva da vitrificação: foram usados dois óvulos congelados. Na segunda vez, deu certo. Um dos óvulos fertilizados gerou o filho Thomas Henrique, que nasceu saudável, com 3 quilos e 600 gramas, 51 cm e 8-9 no índice de Apgar (que mede a saúde do recém-nascido por meio de diversos fatores). Hoje o pequeno tem 9 meses. Emi conta que indicou o método do congelamento para várias amigas que se dedicam à carreira, mas que querem ser mães. "Desejo ter outros filhos", conta. "A gravidez solucionou a endometriose. Mas se tiver qualquer problema, vou recorrer novamente ao congelamento." O caso da assistente de direção de cinema, Marcela Daúde, é um pouco diferente. Paulistana, de 36 anos, ela foi passar uma temporada na Europa depois que acabou a universidade. Quando voltou ao Brasil, embarcou em rotinas de trabalho frenéticas, que persistem até hoje, acarretando viagens e horários fora do convencional. No entanto, sempre quis constituir uma família. Há pouco mais de um ano, começou a ficar apreensiva quando ouviu histórias sobre menopausa precoce e problemas de infertilidade. Decidiu que congelaria óvulos para manter sua fertilidade até encontrar a pessoa certa para compartilhar desse sonho. "Vou até fazer de novo, porque, por enquanto, só tenho 10 óvulos. Quero mais 6", conta Marcela, que recorreu à clínica Huntington. Data: 25/10/2008
Mulheres acima de 35 anos agora pedem aos médicos para engravidar de gêmeos por meio da inseminação
Eduardo Diório
No caso de Juliana, Ele até que deu uma forcinha, mas, na maioria das vezes, a dupla maternidade não acontece. “Ter gêmeos é como se fosse um acidente de percurso. Cerca de 10% a 15% das pacientes, ocasionalmente, têm dois ou três filhos na mesma gestação”, explica Raul Nakano, especialista em reprodução humana pelas universidades de Kanazawa e Keio, no Japão, e diretor clínico da Ferticlin. Segundo ele, “a técnica prefere que seja uma criança por vez, pois é mais seguro para a gestante”. A publicitária Regina Anéas, de 44 anos, não teve a mesma ‘sorte’. “Lembro que tive vontade de engravidar quando os filhos da Fátima Bernardes (apresentadora do Jornal Nacional, da Rede Globo) nasceram. Eu queria gêmeos, trigêmeos. Fiz inseminação e só consegui gerar uma criança. No fim, foi bom. Cuidar de criança exige muito tempo”, revela. Tanto Juliana quanto Regina fazem parte dos números da pesquisa da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade): em São Paulo, em um período de 10 anos (1995-2005), houve um aumento de 2,3% em relação ao número de filhos de mães entre 35 e 39 anos, comparados aos 10 anos anteriores. ERA SÓ BOATO Outros tipos de tratamentos Fertilização in vitro GIFT (Transferência Intratubária de Gametas) Indução da Ovulação e Coito Programado (CP) Útero de aluguel PESA (Punção do Epidídimo) Data: 17/08/2008
Com a ascensão da mulher no mercado de trabalho, muitas estão postergando o desejo de ter filhos. Não é raro verificar mulheres que engravidam aos 40 anos ou mais.
As clínicas de fertilização nunca foram tão procuradas como nos dias atuais por mulheres dentro deste quadro. Mas agora a “bola da vez” é congelar os óvulos para assegurar a maternidade, como fez a atriz norte-americana Jennifer Aniston, 39 anos, conhecida por interpretar a personagem Rachel do seriado “Friends”, que recentemente decidiu congelar os óvulos para postergar a maternidade. Outra celebridade que pensa em fazer o mesmo é a cantora Janete Jackson, 42 anos e já declarou o desejo de tornar-se mãe algum dia. No Brasil, uma das pioneiras na técnica, a Ferticlin - Clínica de Fertilidade Humana também têm empregado a técnica com sucesso e atraído mulheres interessadas no tratamento. Por meio do método, a clínica já conseguiu gerar um bebê e mantém ainda um banco com óvulos de outras nove mulheres aguardando a inseminação. O primeiro bebê gerado pela clínica a partir da vitrificação (e um dos primeiros da Brasil também) nasceu em dezembro de 2007, totalmente saudável, com 3,660 kg e 51 cm. Atualmente, os resultados registrados pela Ferticlin passam por avaliação na American Society for Reproductive Medicine e devem ser apresentados no encontro anual da entidade que ocorrerá em novembro deste ano, em São Francisco (CA). A porcentagem de recuperação dos óvulos obtida pela Ferticlin após a vitrificação chega a 95%, índice considerado alto até mesmo para padrões internacionais. A técnica utilizada pela Ferticlin é uma adaptação da criada pelo pesquisador japonês Masashige Kuwayama (pioneiro no mundo com a vitrificação). Feita por brasileiros, essa adaptação possibilita um gasto de nitrogênio quatro vezes menor em relação à original, além de tornar o método mais prático. DOIS EXEMPLOS A dentista Márcia Hidaka procurou a Ferticlin em 2005 para tratamento de fertilização in vitro. Na época, seu marido tinha varicocele, doença que compromete a fertilidade masculina. Fez duas tentativas para engravidar por meio do tratamento, tendo sucesso somente na segunda, mas perdeu o bebê no quinto mês de gestação em virtude de um problema no colo do útero (colo curto). Hoje, aos 39 anos, Márcia planeja uma terceira tentativa, mas não agora, pois se separou do ex-marido há oito meses. Preocupada com a idade, Márcia congelou os óvulos para assegurar maiores chances de engravidar no futuro quando encontrar o parceiro ideal. CONGELAR ÓVULOS PARA GRAVIDEZ FUTURA É SEGURO PARA BEBÊS, DIZ ESTUDO DA EFE Os resultados do estudo poderiam encorajar muitas mulheres, que tem a carreira profissional como prioridade, a estudarem a possibilidade de recorrer ao método para adiar sua gravidez, diz o jornal The Times. Gillian Lockwood, diretora médica da Midland Fertility Services, que oferece este tipo de serviço no Reino Unido, declarou ao mesmo jornal que estas são as provas que sua empresa procura. "Acho que chegará um momento em que será considerada uma perversão negar a uma mulher a possibilidade de usar seus próprios óvulos congelados para ficar grávida", declarou Lockwood. Até 95% dos óvulos vitrificados superam este processo, frente a 50% ou 60% dos conservados por outras técnicas de congelamento mais antigas. Segundo a doutora Lowckwood, uma parcela de suas pacientes se submete a este processo por motivos sociais, outra parte por sofrer câncer e uma terceira por razões éticas. O congelamento custa no Reino Unido entre 2.520 euros e 3.780 euros (US$ 3.913 e US$ 5.870) mais um valor anual pelo armazenamento dos óvulos. Fonte: Postada por marcondes Viana - Sexta-feira, 25 de Julho de 2008
Enquanto a criopreservação (congelamento) de embriões tem sido alvo de polêmicas discussões no cenário nacional, quem ganha o foco das atenções dentre os avanços na área de reprodução humana é a criopreservação de óvulos. Mulheres em todo mundo têm ficado entusiasmadas com os resultados positivos obtidos pela técnica, atualmente muito procurada como forma segura de garantir uma gravidez futura. Aos 39 anos, a atriz norte-americana Jennifer Aniston, conhecida por interpretar a personagem Rachel do seriado Friends, foi uma que recentemente decidiu congelar os óvulos para postergar a maternidade. Outra celebridade que pensa em fazer o mesmo é a cantora Janet Jackson, que completa 42 anos em maio deste ano e já declarou o desejo de tornar-se mãe algum dia. No Brasil, uma das pioneiras na técnica, a Ferticlin - Clínica de Fertilidade Humana também têm empregado a técnica com sucesso e atraído mulheres interessadas no tratamento. Por meio do método, a clínica já conseguiu dez gestações, com alguns bebês nascidos e outras em andamento, além de manter óvulos congelados de outras pacientes aguardando a inseminação. Dados estes em fase de publicação em uma revista científica internacional de renome na área de Reprodução Humana. Segundo o médico Raul Nakano, diretor clínico da Ferticlin e especialista em reprodução humana pelas universidades de Keio e Kanazawa, no Japão, preservar a fertilidade de mulheres ainda em idade fértil (entre 20 a 37 anos) para postergar a maternidade vem se tornando mais freqüente em clínicas de reprodução humana, principalmente após o avanço que as técnicas têm apresentado. “Até alguns anos atrás era difícil recuperar o óvulo de maneira íntegra, pois as organelas internas eram danificadas após o ato do congelamento/descongelamento pela formação de Cristais de gelo, o que reduzia consideravelmente as chances de sucesso na fertilização. Com as novas técnicas, o proceso de congelamento/descongelamento tem uma recuperação próxima de 95% dos óvulos”, salienta dr. Nakano. Sem polêmica Diferente do congelamento de embriões, muito discutido nos dias de hoje por envolver questões éticas, religiosas, legais e filosóficas, o método de congelamento de óvulos não alimenta polêmica. Congelado sozinho, o óvulo é apenas uma célula reprodutora e não uma vida como no caso do embrião. Ainda no aspecto legal, evita problemas com conflitos judiciais no caso de separação do casal. Elimina também a possibilidade de descarte de embriões quando é feita a inseminação de 4 em 4 óvulos, assim como a gravidez de múltiplos no caso de inseminação de 2 em 2 ou óvulos. Ferticlin Fundada há 20 anos, a Ferticlin é uma clínica de reprodução humana especializada nos mais modernos métodos de reprodução assistida, como inseminação artificial, fertilização in vitro (FIV), transferência intratubária de gametas (GIFT), fertilização por ICSI (Intra Citoplasmatic Sperm Injection), punção de epidídimo. Também realiza procedimentos como congelamento de óvulos, sêmen e embriões, doação de óvulos, aluguel de útero, análise seminal, capacitação espermática para inseminação, entre outros. Localizada no bairro do Planalto Paulista, em São Paulo, conta com laboratório de reprodução assistida, salas de exames laboratoriais, salas de procedimentos médicos, centro cirúrgico, salas de recuperação e laboratório de andrologia, além de uma equipe de profissionais especializados, coordenados pelo dr. Raul Eid Nakano. (www.ferticlin.com.br) Diretor clínico da Fertclin desde sua fundação, Raul Nakano é formado em medicina pela Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, com residência médica no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Especializou-se em reprodução humana nas universidades de Kanazawa e Keio, no Japão, área na qual atua há mais de 20 anos. Data: 30/04/2008
Por: Waldeli Azevedo
16/10/06 - 17h43 InfoMoney SÃO PAULO - Seu relógio biológico dá sinais de que está mais do que na hora de ser mãe. Diante de algumas dificuldades, você, seu marido e seu médico chegaram à conclusão de que a fertilização artificial será o caminho. A pergunta é: você está preparada? Emoções e finanças Isso porque, muito mais do que as despesas comuns à chegada do bebê, vocês terão gastos extras, por conta do tratamento. Segundo o Dr. Raul Nakano, formado pela USP e com especialização em reprodução humana nas universidades japonesas Keio e Kanazawa, a Fertilização in Vitro é um dos métodos que apresenta maior sucesso de êxito, com 35% a 45% de chance de gravidez por tentativa. Essa porcentagem pode chegar a 65% em pacientes mais jovens. Custo já foi maior Já a medicação necessária ao tratamento custa, em média, entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. Segundo o especialista, o custo, que é ainda um fator de limitação para alguns pacientes, já foi maior: "diminuiu para um terço do valor que era há 15 anos", declara. "Logo se tornará um procedimento mais rotineiro, de custo mais acessível, com maiores chances de sucesso e favorecendo mais pessoas no futuro", estima o Dr. Nakano. Alternativas Em São Paulo, assim como em outras capitais, hospitais como Pérola Byington, Hospital das Clínicas e Unifesp (Escola Paulista de Medicina) fornecem esse tipo de tratamento. Vale a pesquisa e correr atrás desse objetivo. Boa sorte! Data:16/10/06
Homens vasectomizados podem ter filhos sem ter que reverter a cirurgia pesa é a alternativa simples para Homens vasectomizados que queiram ter filhos sem reverter a cirurgia
Muitos homens que já se submeteram a uma vasectomia sentem o desejo de ter mais um filho, principalmente quando estão no segundo casamento e a atual esposa ainda não tem filhos. No entanto, muitos desistem de tentar porque não querem ou não sabem que não precisam reverter o procedimento e, após engravidar a esposa, teria de, novamente, refazer a vasectomia. Poucos sabem que nada disso pode não ser preciso. Com a PESA (do inglês Percutaneus Sperm Aspiration - Conhecido como Punção de Epidídimo), uma técnica simples e que requer anestesia local , as vezes requer sedação (semelhante ao utilizado na endoscopia de estômago), os espermatozóides são aspirados por uma agulha sub cutânea de insulina. Após a retirada dos espermatozóides, a fertilização é feita por micromanipulação de óvulo e espermatozóide pela técnica de ICSI (Intra Citoplasmtic Spem Injection). “Esta técnica não é agressiva e mantém a contracepção masculina, não havendo a necessidade de uma nova vasectomia”, afirmou Raul Nakano, da Clínica Ferticlin, formado pela USP e com cursos de especialização em reprodução humana nas universidades japonesas Keio e Kanazawa. A PESA é indicado em casos de infertilidade masculina, como azoospermias obstrutivas, obstrução traumática, congênitas e infecciosas, ausência de ejaculação por comprometimento medular em homens diabéticos, paraplégicos, tetraplégicos e com impotência sexual. O valor deste procedimento varia de acordo com cada caso, por volta de R$ 1.600,00. É preciso fazer a fertilização por ICSI, que custa entre R$ 5 mil e R$ 8 mil, mais a medicação (R$ 2 mil e R$ 4 mil). Data:16/07/06
Depois que Jennifer Aniston, 39 anos, afirmou que decidiu congelar os seus óvulos, o assunto começou a ser amplamente discutido na mídia. Ele já é considerado o mais novo tratamento para as mulheres que queiram engravidar e adiar a maternidade com segurança. Especialistas afirmam que o método pode ser uma alternativa para casais que não queiram recorrer ao congelamento dos embriões, um procedimento polêmico, pois envolve questões religiosas e éticas. Isso porque o óvulo é apenas uma célula reprodutora e não uma vida como no caso do embrião. “Elimina também a possibilidade de descarte desses embriões”, afirma o médico Raul Nakano, diretor clínico da Ferticlin, que já conseguiu dez gestações através do método, com alguns bebês nascidos e outras em andamento. Segundo Nakano, o tratamento está se tornando freqüente em mulheres com idade fértil, entre 20 a 37 anos. “Até alguns anos atrás era difícil recuperar o óvulo de maneira íntegra. Com as novas técnicas, o processo de congelamento/descongelamento tem uma recuperação próxima de 95% dos óvulos”, ressalta o especialista em reprodução humana. O tratamento começa com a injeção de hormônios em até 12 dias consecutivos para estimular a liberação dos óvulos. Durante esse período, o médico acompanha a movimentação deles por meio do ultra-som. Se estiverem prontos podem ser aspirados. Ao invés de fecundados são recolhidos e examinados, apenas aqueles saudáveis são congelados. E no futuro são fecundados pelo sêmen do pai. Em média o tratamento custa R$1500. Para manter os óvulos congelados, o casal paga uma mensalidade de R$ 120 mensais. Por Juliana Lopes |
+ 55 (11) 5581 2045 |
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Av. Indianópolis, 1960 - Planalto Paulista - São Paulo - SP - 04062-002 |
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| Tratamentos: Indução da Ovulação Inseminação Artificial Fertilização in Vitro Transferência Intratubéria de Gametas Fertilização por ICSI Doação de Óvulos Punção de Epidídimo MESA ( Micro Epididymal Sperm Aspiration ) Biópsia Testicular Útero de Aluguel Tratamento de Infertilidade Tratamento de Infertilidade feminina Tratamento de Infertilidade masculina Tratamento de Infertilidade Conjugal Tratamento de infertilidade Reprodução Humana Esterilidade Conjugal Endometriose Adenomiose Doenças hereditárias Clínica de fertilização ICSI Técnica de ICSI Fertilização in vitro Inseminação Artificial Homóloga Inseminação Artificial Heteróloga Inseminação intra tubaria Inseminação para causa masculina Inseminação para causa feminina Inseminação In Vitro Inseminação Assistida Inseminação Humana bebê de proveta |




