知識女性の妊娠 女性にとっての妊娠は、体内で新しい生命を育み、やがて出産することを意味します。一般に、女性は思春期 女児の赤ちゃんは、生まれたときからすでに約40万個の卵子(卵原細胞)を体内に蓄えています。それらは卵巣 卵子の発育と排卵は微妙なホルモンバランスでコントロールされています。それぞれのホルモンが体内の組織
男性の妊娠 男性にとっての妊娠は、女性の体内に新たな生命を宿すことを意味します。男性の生殖器は精子を作り、蓄え 精子を作る器官は精巣と呼ばれます。通常、男性はペニスの後ろにある陰嚢(いんのう)に2つの睾丸を持ち、 女性が生まれた時に卵子の数が決まっているのに対し、男性は生涯にわたって精子を作り続けます。思春期を 不妊症は子孫を残す働きが低下したか、なくなってしまった状態のことです。医師は体の様々な要素を考慮
妊娠:受精卵が女性の子宮内で胚、胎芽、胎児へと発育していくこと。 フェルチクリン院長で生殖補助医療の専門家である中野英二医師は次のように話します。 「生殖補助医療の技術が飛躍的に進歩したことが知られるようになり、妊娠適齢期(20~37歳)の女性
フェルチクリン フェルチクリンの所在地は、サンパウロ市のプラナルト・パウリスタ地区です。中野英二医師によって編成された医 院長の中野英二医師はサンパウロ大学ヒベイロン・プレット医学部卒業後、金沢医科大学、慶応大学医
妊娠するための食事はありませんが、バランスの取れた食事で健康的な体重を維持することは、妊娠のため どのように食事を気をつけるのが妊娠のために効果的でしょうか? 新鮮な野菜や果物を食べることは次の2つのメリットがあります。
デザートに果物を取り入れるのはよい方法です。 妊娠と体の条件:ご自身のために運動を続けてください。 運動が心身の健康を作ることは知られています。適度な運動は妊娠のためにもよいことをご存知でしょうか?運 動は脂肪を減らし、多くの女性の体を変化させます。 脂肪、エストロゲン、妊娠の関係 脂肪細胞は約30%のエストロゲンを産出します。脂肪が多すぎたり少なすぎたりするとホルモンバランスを 日常的な運動は余分な脂肪を燃焼し、妊娠しやすく、心臓や身体全体への健康にも効果的です。もし日 魔法はかけられない! あまりに激しい運動は妊娠のためによくありません。適度な運動を心がけてください。もし走ったり多くエネルギー 女性の不妊の原因 年齢が多くの場合問題にされますが、女性の不妊の問題には大きく分けて主に4つの原因があります。
不妊の原因の割合
今日、不妊の夫婦が受けることのできる生殖補助医療には様々な種類があります。ここ5~10年の間だけでも [+] 男性特有の不妊
不妊:全ての男性が知っておくべきこと segundo uma pesquisa da Universidade de Sheffield, na Inglaterra.
Atualmente, um em cada sete casais do continente tem problemas para conceber naturalmente, mas segundo o professor Bill Ledger, que liderou o estudo, esse índice pode subir para um em cada três casais. aso.O professor disse a membros da Conferência Européia da Sociedade de Reprodução Humana e Embriologia, na Dinamarca, que as mulheres devem ter a chance de interromper a carreira para que possam conceber mais cedo, quando são mais férteis. Horas de trabalho inflexíveis e aspirações profissionais significam que muitas mulheres na Europa só estão começando a ter filhos quando chegam perto dos 40 anos de idade. "A sustentabilidade da população européia está em risco porque há muito poucas crianças nascendo. É uma ameaça para o futuro." Infertilidade Os homens também estão sendo afetados, disse o professor Ledger, com estudos mostrando que a qualidade e a quantidade de esperma parecem estar em declínio. A obesidade e doenças sexualmente transmissíveis (DST) também contribuem para o aumento da infertilidade, disse ele. A incidência de clamídia – uma infecção sexualmente transmitida que pode provocar a infertilidade – dobrou na última década, e 6% das meninas menores de 19 anos de idade são classificadas como obesas. Segundo o professor, o aumento das DST entre as adolescentes pode provocar bloqueio das trompas em algumas delas, impedindo a gravidez pelo processo natural. Também segundo o professor, "um jovem obeso é, quase sempre, um adulto obeso, e as mulheres obesas não ovulam de forma tão eficiente". "Os jovens de hoje vão se tornar os pacientes das clínicas de fertilidade de amanhã", disse. Mas ele afirma que não é tarde demais para inverter essa tendência, e muitos países, como os escandinavos, por exemplo, estão introduzindo políticas para encorajar as mulheres a ter filhos mais cedo. "As mulheres simplesmente não são mais tão férteis depois dos 35 anos", disse o professor Ledger. "É mais simples e mais fácil fazer o que for possível para encorajá-las a ter filhos naturalmente, do que esperar até o ponto em que a fertilização in vitro pode ser necessária". FONTE – BBC
Sociedade britânica diz que recomendações priorizam saúde da mãe e do bebê. Atualme- Mulheres obesas devem ser impedidas de fazer tratamento para infertilidade até que percam peso, dizem especialistas em medicina reprodutiva. Fonte: BBC Brasil
Especialistas americanos em fertilidade estão sugerindo que o caso de Nadya Suleman e seus óctuplos constitui uma quebra de orientações médicas. Suleman, de 33 anos, deu à luz seis meninos e duas meninas por cesárea no dia 26 de janeiro no centro médico Kaiser Permanente Medical Center, em Bellflower (Califórnia). Ontem ela deixou o hospital, mas os bebês continuam internados.
O acontecimento - só se tem notícia de mais um nascimento de óctuplos vivos nos Estados Unidos - provocou críticas após se revelar que Suleman é solteira, desempregada, vive com a mãe e já tem seis filhos - incluindo gêmeos. "Ela não é má, mas é obcecada por filhos. Adora crianças, é muito boa com crianças, mas evidentemente exagerou", disse a mãe de Nadya, Angela Suleman, ao jornal Los Angeles Times. Ela decidiu pela implantação de mais embriões na esperança de ter "só mais uma menina". O nascimento de oito bebês está atraindo um conjunto diferente de preocupações da comunidade médica, especialmente da área ligada à fertilidade, já que sua missão é minimizar o alto risco, a gravidez múltipla e, com segurança, propiciar um bebê saudável. Está suscitando também questões sobre regulamentos que norteiam médicos e clínicas nos EUA. "Foi um grave erro", disse Eleanor Nicoll, porta-voz da American Society for Reproductive Medicine, que junto com a Society for Assisted Reproductive Technology fornece orientações médicas para tratamento de fertilidade. Suleman não revelou como os bebês foram concebidos nem qual clínica esteve envolvida. O Kaiser informou não estar envolvido na concepção. Normalmente os médicos usam a fertilização in vitro - pela qual os embriões são formados em laboratório e transferidos em pequeno número para o útero - e a inseminação intrauterina, em que os ovários são estimulados a produzir óvulos e depois é feita inseminação artificial. Em ambos, os médicos disseram que trabalham com dois a três embriões, no máximo quatro, mas não oito. Para uma mulher com mais de 30 anos, as diretrizes para fertilização recomendam a transferência de não mais que dois embriões para evitar riscos. The Washington Post - Los Angeles Terça-feira, 29 de Agosto de 2006
Um novo método de congelamento rápido de óvulos deverá aumentar as chances de gravidez para uma quantidade maior de mulheres com problema de fertilização. A vantagem da nova técnica em relação às anteriores é que ela impede a formação de cristais de gelo, fazendo com que a célula seja muito menos danificada durante o processo e aumentando, consequentemente, as chances de uma gravidez. O sucesso no descongelamento foi de 94,5% e a taxa de gravidez na fertilização in vitro chegou a 41,9%, apenas 0,6% abaixo da taxa de gravidez que utiliza óvulos frescos, ou seja, não congelados. Além disso, o método poderá evitar gravidez múltipla, comum em casos de fertilização artificial, além de afastar a mulher das questões éticas e morais que envolvem o congelamento de embriões, como o descarte e a possibilidade de doação de embriões excedentes de um tratamento de reprodução humana. A equipe de pesquisadores, liderada por Masashige Kuwayama, da clínica Kato Ladies, de Tóquio, congelou e descongelou 111 óvulos por meio do método de vitrificação rápida, que chamou de Cryotop e se contrapôs ao método até então largamente utilizado, o de congelamento lento. Antes do congelamento, a célula é mergulhada em uma pequena quantidade de uma substância protetora e em seguida armazenada em nitrogênio líquido. O processo dura poucos minutos. A principal vantagem da vitrificação(método de congelamento rápido) é que o volume da solução anticongelante é tão reduzido que os estragos no óvulo são mínimos. "Esta técnica é um grande avanço para a reprodução humana", acredita o especialista em fertilidade e reprodução humana e diretor da Ferticlin Raul Nakano, formado pela Universidade de São Paulo (USP) e com cursos de especialização nas universidades japonesas Keio e Kanazawa. "A maior dificuldade em congelar o óvulo sempre esteve ligada ao seu tamanho. Basta compará-lo ao espermatozóide para perceber do que estamos falando. Antes de congelar, é preciso tirar a água de uma célula, e para isso é colocada em uma substância, normalmente com sais de sódio, que puxe o líquido para fora", explica Mariangela Badalotti, professora de Ginecologia e de Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e diretora do Fertilitat - Centro de Medicina Reprodutiva. "O problema é que, para uma célula deste tamanho perder toda sua água, ela precisava permanecer muito tempo mergulhada na substância, que a danifica." A médica lembra ainda que pelo método lento de congelamento também é possível alcançar taxas de sucesso muito boas. "O sódio é substituído por uma substância chamada colina que nâo entra no óvulo. Dessa maneira, obtemos um índice de 90% de sobrevivência" afirma. De acordo com a médica, 13 crianças já nasceram pelo método. As maiores beneficiadas do novo método seriam mulheres com câncer capaz de danificar o ovário. Armazenando seu óvulo, poderiam engravidar após o tratamento. "Além disso, há uma nova tendência de comportamento de mulheres que postergam a maternidade em nome da carreira profissional", diz Nakano. O problema é que a fertilidade da mulher começa a diminuir mais rapidamente a partir dos 35 anos de idade. Com o óvulo congelado é possível realizar a fertilização in vitro quando o momento certo ou desejado chegar. Segundo Raul Nakano, a perspectiva é de que até o final do segundo semestre deste ano o Cryotop comece a ser utilizado por algumas clínicas brasileiras. É importante lembrar que ainda existe um baixo número de nascimentos por meio do congelamento de óvulo. Apesar de os estudos em animais não terem demonstrado problemas, ainda não há acompanhamento suficiente. Atualmente, existem no mundo cerca de 150 crianças nascidas por congelamento de óvulo, sendo menos de duas dezenas no Brasil. O Estado de São Paulo |
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